Anais científicos
SEFE11
Título:
Palavras-chave:
Autores:
Instituições:
Resumo:
Cravar estacas pré-fabricadas de concreto em solos compostos por argilas moles ou que apresentam extensas camadas com essas características parece, à primeira vista aos mais incautos, uma verdadeira tentação à produção, pois estacas cravadas em solos com resistência muito baixa tendem a deslocar-se com facilidade e, assim sendo, deveriam cravar-se com igual facilidade, possibilitando assim a cravação de várias estacas em um único dia. Grande engano, principalmente quando intercaladas às camadas de argilas moles existirem camadas de areia de maior resistência. Ocorre que, ao atravessarem as camadas de areia, as pontas das estacas tendem a deslocar-se com rapidez, pois se encontram em argila mole e, a parte do fuste que ainda se encontra transpondo a camada de areia, tende a ficar presa e deslocar-se com mais dificuldade se comparada à ponta. Assim sendo, ocorrem elevadas tensões de tração nas estacas, rompendo-as com muita facilidade e, quase sempre sem percepção do operador dos bate estacas. Outro problema crônico que ocorre com relativa frequência durante o processo de cravação de estacas em solos moles é o drapejamento, ou instabilidade dinâmica direcional. Esse problema decorre da vibração da ponta das estacas durante o processo de cravação, quando em deslocamento excessivo em extensas camadas de argila muito mole, que por consequência, causa-lhes desalinhamento em relação ao seu eixo longitudinal, ou até mesmo sua rotação (torção). O drapejamento ou instabilidade dinâmica direcional pode levar a grandes curvaturas do eixo longitudinal de estacas cravadas em solos moles, desviando-o substancialmente da vertical.
Evento criado e realizado, desde 1985, pela
Patrocínio Platina
Patrocínio Ouro
Patrocínio Prata
Patrocínio Bronze
Organização
Apoio Técnico e Institucional
Apoio Institucional
Apoio de Divulgação